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	<title>AnjosdeÓrion</title>
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	<description>Generalidades físico-poético-filosóficas</description>
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		<title>AnjosdeÓrion</title>
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		<title>Amor, a morte e (in)finitude</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 17:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia x Tradição]]></category>

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		<description><![CDATA[Amor, a morte e (in)finitude em lembrança de todos os esquecidos Não sei bem qual a origem do feriado de finados, mas toda tradição tem em seu costume venerar os antepassados. Na casa de meus avós paternos me lembro da casinha (Kamidana) onde se colocava alimentos para as divindades e também para os mortos. Para nós de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=359&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amor, a morte e (in)finitude</p>
<p><em>em lembrança de todos os esquecidos</em></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://anjosdeorion.files.wordpress.com/2010/11/kamidana.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-360" title="Kamidana" src="http://anjosdeorion.files.wordpress.com/2010/11/kamidana.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>Não sei bem qual a origem do feriado de finados, mas toda tradição tem em seu costume venerar os antepassados. Na casa de meus avós paternos me lembro da casinha (Kamidana) onde se colocava alimentos para as divindades e também para os mortos. Para nós de uma cultura ocidental, racional, abstrata este ato parece infantil e quase ingênuo (não é óbvio que morto não come?) &#8211; mas hoje me pergunto, é possível a manutenção da memória sem ritos?</p>
<p style="text-align:justify;">Certamente não acreditamos nisso, por isso temos livros, computadores e instrumentos de memória, nas quais confiamos &#8211; ritualmente &#8211; que estarão acessíveis em um futuro qualquer como um oráculo &#8211; dependendo de nosso desejo. Todos estes nos servem de substituto aos alimentos colocados na casinha dos deuses, às datas festivas; e refazem as tensões entre os mundos do visível e invisível. Nossa memória está preservada em frio silício, (i)mortalizada, controlada, invisível. Não há mais no calendário espaço para lágrima, a melancolia, a contradição do festival. Ao inverso da tradição que se submete ao passado, nós dominamos os ancestrais, ou pelo menos pretendemos.</p>
<p style="text-align:justify;">Em outra tradição, desta vez na Tailândia, me lembro de aprender uma oração a ser feita antes de se fazer massagem. O instrutor orientou que aquela oração era um lembrete &#8211; não fui eu que inventei aquela técnica, é preciso saber valorizar toda esta tradição que me permitiu chegar naquele momento e poder realizar aquela ação, a oração não era para um mestre morto qualquer do passado, mas pelo que vive através dos tempos, dos transmissores, e que ali era recebido, e eu no meio daquela história entrava no fio que vivificava aquela sabedoria. Mesmo que no futuro eu resolvesse fazer diferente, era preciso saber com quem pude descobrir como me diferenciar, eis o sentido de reverencia que abarca a transgressão. O curador/cuidador não é o massagista, mas por meio dele, toda a tradição é responsável &#8211; pelo que vive e pelo que morre. Não sei se um médico aprende isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse fio, criado, artificial, que toda tradição insiste em preservar não busca refazer o passado, tal como a abertura de um documento na tela do computador nos mostra um texto do modo que ele foi abandonado a tempos atrás. É um mania humana de alimentar materialmente (por ações, interferências) seu vínculo com o que poderia ter sido, um amor por aqueles que desejaríamos vivamente conversar, um amor por aqueles que temos interesse em aprender juntos, um amor capaz de fazer ressuscitar os mortos e traze-los a compartilhar de nossa comida e de nossa fome, de nossa sabedoria e de nossa ignorância &#8211; com quem podemos responder nossas perguntas atuais, com quem podemos brigar e acusar de nossos invisíveis sofrimentos, trazendo à visibilidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa experiência confusa das tradições, portal de encontro em o visível e invisível, era o que talvez permitia aos que se submetiam ao ritual a experiência de uma temporalidade mais alargada, a experiência de uma infinitude. Hoje é costume dizer que os dias estão curtos, e passado o dia das crianças já estamos programando as viagens de fim de ano, aconteceu algo com o tempo? O feriado é a rotina programada de escapar da rotina. Todo feriado &#8220;não-comemoramos&#8221; o mesmo? Afinal, não escapamos de nada, colocamos os fones de ouvido, e cada um com sua música experiência o mesmo isolamento que o morto em seu silêncio &#8211; o portal entre os mundos não se abre, e vivemos con(finados).</p>
<p style="text-align:justify;">Mas há uma música contínua capaz de incomodar as profundezas de nossas vísceras, e um banquete de comidas exóticas de todos os tempos&#8230; e todos são convidados a deleitar-se, basta voltar os ouvidos para além-de-si.</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<br />Filed under: <a href='http://anjosdeorion.wordpress.com/category/filosofia-x-tradicao/espiritualidade/'>Espiritualidade</a>, <a href='http://anjosdeorion.wordpress.com/category/filosofia-x-tradicao/'>Filosofia x Tradição</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/359/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=359&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cacau a bebida dos deuses?</title>
		<link>http://anjosdeorion.wordpress.com/2010/04/04/cacau-a-bebida-dos-deuses/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 22:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia x Tradição]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu a pesquisar sobre antropofagia quando achei algo interessante sobre o cacau: [...] O cacau representava, então na sociedade asteca, um código cultural de valor, na medida em que. além de ser usado como moeda de troca, era também reservado à degustação exclusiva do príncipe Montecuhzoma e de sua corte ao ser denominado, às [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=345&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu a pesquisar sobre antropofagia quando achei algo interessante sobre o cacau:</p>
<blockquote><p>[...] O cacau representava, então na sociedade asteca, um código cultural de valor, na medida em que. além de ser usado como moeda de troca, era também reservado à degustação exclusiva do príncipe Montecuhzoma e de sua corte ao ser denominado, às vezes, de &#8220;bebida dos deuses&#8221; o produto líquido que dele se obtinha.</p>
<p>[...] o preconceito sobre o chocolate permanceu bem duradouro na Europa. O alimento permanecia como signo distintivo do sistema alimentar do &#8220;outro&#8221;, das populações periféricas.</p>
<p>[...] Entre os séculos XVII e XVIII, o chocolate vai assumindo uma função notável na aristocracia Européia e na Igreja Católica, sobretudo entre os jesuítas. Para estes últimos &#8220;o chocolate torna-se instrumento de insinuação religiosa, de penetração edificante, delícia nova oferta ad maiorem Dei gloriam&#8221;. Mais uma vez ele parece configurar-se como bebida divina.</p></blockquote>
<p>in O apetite da antropologia por Adone Agnolin editado pela Humanitas</p>
<p>Não deixa de ser interessante que pela via econômica &#8211; a fortuna produzida pelo cacau &#8211; o culto do Império Inca seja distorcido e  porém salvo. Retorna ao nosso continente como hábito cristão, hábito nosso enquanto identidade com os nativos, hábito renovado em sua volta ao mundo.</p>
<p>Podemos imaginar a partir deste ponto como o chocolate foi parar no ovo de páscoa. O que celebra este ovo? A destruição/crucificação dos Incas? Literalmente os &#8220;desbravadores europeus&#8221; beberam o sangue e comeram a carne deste povo. Eis o milagre da ressurreição, no chocolate que acaba por adentrar a cultura europeia&#8230; pena que tenhamos esquecido o crucificado, e só lembremos de comer a sua carne olhando para imagens estranhas à nossa cultura.</p>
<br />Filed under: <a href='http://anjosdeorion.wordpress.com/category/filosofia-x-tradicao/'>Filosofia x Tradição</a> Tagged: <a href='http://anjosdeorion.wordpress.com/tag/antropologia/'>antropologia</a>, <a href='http://anjosdeorion.wordpress.com/tag/chocolate/'>chocolate</a>, <a href='http://anjosdeorion.wordpress.com/tag/filosofia/'>filosofia</a>, <a href='http://anjosdeorion.wordpress.com/tag/inca/'>Inca</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/345/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=345&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>7 &#8211; O projeto de Schleiermacher de uma hermenêutica geral</title>
		<link>http://anjosdeorion.wordpress.com/2010/03/30/7-o-projeto-de-schleiermacher-de-uma-hermeneutica-geral/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 00:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resumos e fichamentos]]></category>
		<category><![CDATA[fichamento]]></category>
		<category><![CDATA[hermeneutica]]></category>
		<category><![CDATA[Palmer]]></category>
		<category><![CDATA[Schleiermacher]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, este aqui é um texto que preparei  para um seminário da disciplina de hermenêutica. Seminário de Hermenêutica 7 &#8211; O projeto de Schleiermacher de uma hermenêutica geral PARTE 1 – fICHAMENTO DO CAPÍTULO §1-5: Apresentação do projeto de  Schleiermacher 1 § “Objetivo fundamental:  construir uma hermenêutica geral como arte da compreensão” pois “cada disciplina [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=342&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, este aqui é um texto que preparei  para um seminário da disciplina de hermenêutica.</p>
<p>Seminário de Hermenêutica</p>
<p>7 &#8211; O projeto de <em>Schleiermacher de uma hermenêutica geral</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;">PARTE 1 – fICHAMENTO DO CAPÍTULO</span></em></p>
<p><em><strong>§1-5: Apresentação do projeto de  Schleiermacher</strong></em></p>
<p><em><strong>1 §</strong></em><em> “<span style="text-decoration:underline;">Objetivo fundamental</span>:  construir uma hermenêutica geral como arte da compreensão” pois “cada disciplina [ex: teológica, jurídica, filológica] tem suas ferramentas teóricas para seus problemas particulares” mas, “há uma <span style="text-decoration:underline;">unidade fundamental</span>. Os textos exprimem-se numa língua e assim utiliza-se a gramática para encontrar o sentido de uma frase.”<br />
<strong>2 §</strong> Wolf: acumula problemas hermenêuticos (ex: o problema da tradução, da língua, dificuldade histórica no texto) Ast: Orientação mais filosófica (busca um sistema), mas baseado em idealismo metafísico<br />
Schleiermacher: <span style="text-decoration:underline;">analisa o ato fundante da hermenêutica</span>: o ato de compreensão, o ato de um ser vivo dotado de sentimento e intuições.<br />
<strong>3 §</strong> 1799 SCH nega o fenômeno religioso como um ato metafísico, moral ou racional, mas é ligado àquele que vive, age e sente a sua situação de criatura dependente de Deus. Tal pensamento é transportado para a hermenêutica “enquanto relacionada ao <span style="text-decoration:underline;">ser humano concreto</span>, existente e atuante no processo de compreensão do diálogo”<br />
<strong>4 §</strong> SCH <span style="text-decoration:underline;">Arte da exploração</span>: está fora da hermenêutica (falar, expressar, formular e transformar em discurso)<br />
<span style="text-decoration:underline;">Arte da compreensão</span>: compreender o dito<br />
<strong>5 §</strong> SHC “Como é que toda ou qualquer expressão lingüística, falada ou escrita é &lt;&lt;compreendida&gt;&gt;?<br />
arte de ouvir: ouvinte recebe meras palavras&gt;advinha seu sentido<br />
Hermenêutica = arte de ouvir = relação de diálogo</em></p>
<p><em><strong>§6-9: Círculo hermenêutico</strong></em></p>
<p><em><strong>6 §</strong></em><em> Compreensão é reverso da composição -&gt; começa da expressão já fixa e acabada e recua até a vida mental que a produziu (reconstrução).<br />
Dois momentos da interpretação: gramatical e psicológico (em ambos momentos o principio de reconstrução é o circulo hermenêutico)<br />
<strong>7 §</strong> Compreender -&gt; comparar com o conhecido<br />
<span style="text-decoration:underline;">Círculo hermenêutico</span> -&gt; As partes tiram seu sentido do todo e dão sentido ao todo<br />
<strong>8 §</strong> Há uma contradição lógica no círculo hermenêutico que é ter que captar o todo antes de captar as partes, porém “a lógica não valida totalmente as tarefas da compreensão”.  Há uma espécie de &lt;&lt;salto&gt;&gt;: compreendemos o todo e as partes. <span style="text-decoration:underline;">Hermenêutica é comparativa e intuitiva</span>.<br />
<strong>9 §</strong> <span style="text-decoration:underline;">Compreensão partilhada</span>: presumi-se comunidade de sentido, partilhada por quem fala e quem ouve.<br />
<strong>10 §</strong> Tanto quem fala como o que ouve devem partilhar a linguagem (meio do discurso) e o tema (matéria do discurso) do seu discurso.</em></p>
<p><em><strong>§11-15: Interpretação gramatical e psicológica</strong></em></p>
<p><em><strong>11 §</strong></em><em> 2 momentos da compreensão do discurso: 1º compreensão como algo extraído da linguagem/ 2º como fato no pensamento daquele que fala.<br />
<strong>12 §</strong> Interpretação gramatical: relação com a língua, tanto na estrutura das frases como nas partes “interatuantes” de uma obra, e também com outras obras do mesmo tipo literário.<br />
De modo igual individualidade do autor e da obra têm que ser vista no contexto dos fatos mais amplos de sua vida, contratando com outras vidas e outras obras.<br />
<strong>13 §</strong> Reconstruir a experiência mental ≠ buscar as causas (psicanálise)<br />
<strong>14 §</strong> Processo de reconstrução do pensamento através da expressão lingüística:<br />
<span style="text-decoration:underline;">abordagem gramatical:</span> método comparativo. Geral&gt;Particular<br />
<span style="text-decoration:underline;">abordagem psicológica:</span> método comparativo e divinatório<br />
Método divinatório: “nos transformamos no outro de modo a captar diretamente a sua individualidade.””Objetivo último não é &lt;&lt;compreender&gt;&gt; o autor de um ponto de vista psicológico; é antes ter acesso mais pleno àquilo que é significado no texto.<br />
<strong>15 §</strong> <span style="text-decoration:underline;">Estilo</span>: revelação psicológica da individualidade do autor “A compreensão total do estilo é todo o objetivo da hermenêutica”.<br />
Talento ± profundo para conhecer individualmente outros seres humanos deve estar combinado com intuição lingüística.</em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>§16-21: Hermenêutica como sistema (do centramento na linguagem ao centramento na subjetividade)</strong></em></p>
<p><em><strong>16 § </strong></em><em><span style="text-decoration:underline;">Hermenêutica como sistema</span></em><em>: conjunto de observações dispersa&gt; unidade sistematicamente coerente<br />
pressupõe: 1º compreensão opera de acordo com leis que podem ser descobertas, 2º enunciar as leis e princípios a partir dos quais ocorre a compreensão.<br />
<strong>17-21 §<br />
</strong>1º SCH centrado na linguagem, menos psicológico<br />
Identidade entre pensamento e expressão<br />
“&#8230;temos que ter uma compreensão do homem para podermos entender o que ele diz. No entanto, é a partir do seu discurso que chegamos a um conhecimento do homem.”<br />
“Tudo o que se pressupõe em hermenêutica é a linguagem e é também só a linguagem aquilo que encontramos na hermenêutica; o lugar a que pertencem os outros pressupostos objetivos e subjetivos tem que ser encontrado através (ou a partir) da linguagem”<br />
2º SCH<br />
É preciso transcender a linguagem para chegar aos processos internos.<strong><br />
</strong>Assume a tarefa de mediar entre o caráter intrínseco da filosofia transcendental especulativa e o caráter extrínseco da ciência positiva e empírica. <strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>§21-28: Críticas e contribuições do projeto de Schleiermacher </strong></em></p>
<p><em><strong>21 §</strong></em><em> Kimmerle e Gadamer: Vão dizer que este 2º SCH se desencaminhara ao abandonar a possibilidade de uma hermenêutica centrada na linguagem, caindo em uma má metafísica. Palmer explica que este desvio se dá não apenas pela <span style="text-decoration:underline;">metafísica idealista</span> do autor, mas pela hipótese de que a hermenêutica era um processo de reconstrução do processo mental do autor.<br />
Texto é  percebido pela relação com algum processo mental interno ou pela relação com o assunto, tema, a que o texto se refere?<br />
<strong>22 § </strong>SCH contribuiu para que a hermenêutica deixasse de ser disciplina especifica para se tornar a arte de compreender uma expressão lingüística.<br />
“A Hermenêutica é o modo pelo qual uma criança capta o significado de uma nova palavra”<br />
<strong>23 §</strong> <span style="text-decoration:underline;">Constantes da compreensão</span> que em SCH apareciam como </em><em>termos científicos</em><em>, mas tarde foram compreendidos como </em><em>fatos históricos</em><em>. // Apreendeu-se uma importância de uma pré-compreensão antes de toda compreensão<br />
<strong>24-28 §</strong> Palmer comenta que diante dos ganhos da hermenêutica de SCH a questão é determinar de um modo mais adequado o que é o que faz a interpretação, se voltando para o problema lingüístico.<br />
Sendo psicologizar: o esforço para ir além da expressão lingüística, procurando as intenções e processos mentais do seu autor, Palmer embora considere ilegítimo especulações na fundamentadas sobre os processos mentais do autor vê que SCH tem razão em considerar o problema interpretativo como inseparável da arte da compreensão naquele que ouve.<br />
SCH compreensão independente da sua relação com a vida ao contrário de Dilthey e Heidegger<br />
O problema para SCH não era a obscuridade da história, mas a obscuridade do TU<br />
para SCH“&#8230;importa compreender o autor, melhor do que ele próprio teria se compreendido” (Gadamer p.299)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;"> </span></em></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;"> </span></em></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;"> </span></em></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;"> </span></em></p>
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<p><em><span style="text-decoration:underline;"> </span></em></p>
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<p><em><span style="text-decoration:underline;"> </span></em></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;"> </span></em></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;">PARTE 2 – EXPLICAÇÃO DO CAPÍTULO</span></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Palmer, no capítulo 7 da </em><em>Hermenêutica</em><em>, nos apresenta o projeto da hermenêutica geral de Schleiermacher, apresentando seus fundamentos expectativas. Também aborda a questão da abordagem gramatical e psicológica e mostra como a metafísica idealista do autor transformou um primeiro Schleiermacher centrado na linguagem, em um segundo centrado na subjetividade. Por fim ele nos apresenta como Schleiermacher teria influenciado a hermenêutica posterior, seja pelas novidades ou problemas que sugere.</em></p>
<p><em>Palmer começa com a seguinte citação de Schleiermacher: “A hermenêutica como arte da compreensão não existe como uma área geral, apenas existe uma pluralidade de hermenêuticas especializadas”</em><a href="#_ftn1">[1]</a><em>. Por meio desta citação Palmer nos apresenta o objetivo fundamental de Schleiermacher: “construir uma hermenêutica geral como arte da compreensão”. Schleiermacher havia percebido que cada disciplina &#8211; seja a filologia, a teologia ou a jurídica &#8211; possuía suas ferramentas teóricas para seus problemas particulares, mas subjacente a estas diferenças repousa uma unidade fundamental: “todos os textos exprimem-se numa língua e assim utiliza-se da gramática para encontrar o sentido da frase”</em><a href="#_ftn2">[2]</a><em>. Schleiermacher herda de Wolf a preocupação com o fato, a necessidade prática de empatizar com o pensamento alheio para realizar a interpretação e de Ast preocupação filosófica que busca uma sistematização, mas tenta se livrar do acumulo de problemas hermenêuticos do primeiro e do idealismo metafísico do segundo e, além disso, insere um novo elemento que é a analise do ato fundante da hermenêutica, que é a analise do ato de compreensão, o ato de um ser vivo dotado de sentimentos e intuições. Ou seja, a hermenêutica de Schleiermacher se volta ao ser humano concreto, existente e atuante no processo de diálogo. Aqui Palmer nos mostra que esta concepção foi transportada do próprio entendimento que Schleiermacher tinha de fenômeno religioso, sendo que este não era definido de modo moral, racional ou metafísico, mas ligado àquele que vive e sente sua situação de criatura dependente de Deus.</em></p>
<p><em>Para Schleiermacher a arte da exploração está fora da hermenêutica, pois esta se liga a criação de um discurso. Ele colocando a questão de como toda a expressão lingüística, escrita ou falada, é compreendida, propõe que a hermenêutica é a arte de ouvir, na qual o ouvinte recebe meras palavras e tenta adivinhar o significado, desta forma a hermenêutica é uma certa forma de diálogo com a expressão lingüística. </em></p>
<p><em>Para explicar tal fenômeno, Schleiermacher recorre ao círculo hermenêutico. A compreensão é o inverso da composição, pois parte do já expresso e tenta refazer o caminho da expressão (reconstrução). Neste processo são observados dois momentos: um gramatical e outro psicológico. No círculo hermenêutico vemos que a expressão é compreendida pelas partes, e a parte dá sentido ao todo. Para solucionar esta contradição lógica que aparece no círculo hermenêutico, Schleiermacher nos diz que “a lógica não valida totalmente as tarefas da compreensão”</em><a href="#_ftn3">[3]</a><em>. Há uma espécie de salto onde compreendemos as partes e o todo ao mesmo tempo. Desta forma a hermenêutica é intuitiva. Porém para que tal processo ocorra é necessário uma compreensão compartilhada, ou seja, uma comunidade de sentidos partilhada entre quem fala e quem ouve, desta forma além da intuição, a hermenêutica também é comparativa, pois parte de algo previamente conhecido ou compartilhado.</em></p>
<p><em>Como dissemos, para Schleiermacher há dois momentos da interpretação, um gramatical e outro lingüístico. Em ambos momentos atua o princípio do círculo hermenêutico, enquanto no primeiro momento se trata da busca da compreensão do texto enquanto algo tirado da linguagem, no segundo se trata de compreender o discurso como fato no pensamento daquele que fala. No primeiro caso se estuda a expressão em sua relação com a língua, tanto na estrutura das frases como nas partes interatuantes do texto, e também a relação da obra com outras obras equivalentes. Da mesma forma, no segundo caso observamos a vida do autor contrastado com outras vidas e outras obras. Neste segundo caso não se trata de fazer uma psicanálise do autor buscando as causas de seu pensamento, mas pesquisar a subjetividade do autor de modo a evidenciar o sentido do texto. Em ambas as abordagens se utilizam o método comparativo, partindo do conhecido para a compreensão do autor, mas na abordagem psicológica também é necessário o método intuitivo, o “se colocar no lugar do outro de modo a captar diretamente a sua individualidade”</em><a href="#_ftn4">[4]</a><em>. A compreensão do estilo é fundamental para Schleiermacher a realização da tarefa hermenêutica, de modo que para a tarefa hermenêutica é necessário tanto um talento para conhecer individualmente outros seres humanos, como uma intuição lingüística. </em></p>
<p><em>Vemos então por estas características que Schleiermacher apresenta a possibilidade de um sistema hermenêutico, ele organiza um conjunto de observações dispersas em uma unidade coerente tendo como pressuposto que a compreensão opera de acordo com leis que podem ser descobertas, e portanto enuncia estas leis e princípios a partir dos quais opera a compreensão. Palmer observa que estes princípios que aparecem em dois momentos, o gramatical e o psicológico, apareceram com forças desiguais na vida do autor. Ele constata que houve um primeiro Schleiermacher mais centrado na linguagem que anunciava: </em></p>
<p><em>Tudo o que se pressupõe em hermenêutica é a linguagem e é também só a linguagem aquilo que encontramos na hermenêutica; o lugar a que pertencem os outros pressupostos objetivos e subjetivos tem que ser encontrado através (ou a partir) da linguagem</em><a href="#_ftn5">[5]</a><em> </em></p>
<p><em>Mas que em um segundo momento este autor cedeu para um centramento mais psicológico, fato que pode ser melhor compreendido em um comentário de Gadamer sobre a proposta de Schleiermacher “importa compreender o autor, melhor do que ele próprio teria se compreendido”</em><a href="#_ftn6">[6]</a><em>. Neste segundo Schleiermacher importa, de acordo com Palmer, transcender a linguagem para compreender o autor. Palmer justifica que esta transição se dá por Schleiermacher pretender assumir uma tarefa de mediar entre o caráter intrínseco da filosofia transcendental especulativa e o caráter extrínseco da ciência positiva e empírica. Além disso, outro ponto que, de acordo com Kimmerle e Gadamer, desviou Schleiermacher caindo em uma má metafísica, foi não apenas uma metafísica idealista, mas, a hipótese de que a hermenêutica é um processo mental de reconstrução da idéia do autor.</em></p>
<p><em>Palmer começa por fechar este capítulo e introduzir o próximo indicando os ganhos e problemas da hermenêutica de Schleiermacher. Um ganho foi a possibilidade de sistematização, que servira de inspiração para Dilthey, por exemplo, e que torna a hermenêutica ciência. A psicologização aparece como um problema enquanto investigação da subjetividade de um autor, Palmer coloca que este também não deixa de ser uma questão relevante se considerarmos que há um envolvimento daquele que ouve na arte da compreensão. Na nota 17 deste capítulo Palmer lembra que “dado que o interprete sente o ser moral de um autor; a sua própria interpretação torna-se uma ato moral”</em><a href="#_ftn7">[7]</a><em>, ou seja, um ato criativo já que o interprete põe algo de si na interpretação, fato que perturbaria toda a pretensão sistemática de Schleiermacher. Pensar que não há nenhuma subjetividade envolvida seria dizer que o texto tem identidade real e independente do evento que é compreendê-lo. Por fim Gadamer aponta que para Schleiermacher o problema não era a obscuridade na história, mas a obscuridade no Tu</em><a href="#_ftn8">[8]</a><em>, com isto pode-se cair no desprezo pelo elemento histórico, ou ignorar a importância da linguagem na hermenêutica.<strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>Referencias:<br />
</strong></em><em><strong>__________________________________________</strong></em></p>
<p><em> </em></p>
<p>PALMER, Richard. <strong>Hermenêutica. </strong>Lisboa: Edições 70, 1969. 285 p.</p>
<p>GADAMER, H. G.. <strong>Verdade e método I. </strong>Petrópolis, Bragança Paulista: Vozes, Ed. Univ. São Francisco, 2007<em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> PALMER, 1969, p. 91</p>
<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> PALMER, 1969, p. 91</p>
<p><a href="#_ftnref3">[3]</a> PALMER, 1969, p. 94</p>
<p><a href="#_ftnref4">[4]</a> PALMER, 1969, p. 96</p>
<p><a href="#_ftnref5">[5]</a> PALMER, 1969, p. 98</p>
<p><a href="#_ftnref6">[6]</a> GADAMER, 1997, p.299</p>
<p><a href="#_ftnref7">[7]</a> PALMER, 1969, p. 100</p>
<p><a href="#_ftnref8">[8]</a> PALMER, 1969, p. 102</p>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 19:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sejam bem vindas e bem vindos! &#8220;Quem não segue o mestre coração, somente segue falsos mestres, mas quem ouve o intimo com carinho e atenção, vê em tudo, em todos, o mestre se manifestar, e colhe com gratidão seus ensinamentos&#8221; Lilian Neves Mise Publicado em Filosofia x Tradição<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=294&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>Sejam bem vindas e bem vindos!</p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Quem não segue o mestre coração, somente segue falsos mestres, mas quem ouve o intimo com carinho e atenção, vê em tudo, em todos, o mestre se manifestar, e colhe com gratidão seus ensinamentos&#8221;</em></p>
<p>Lilian Neves Mise</p>
<br />Publicado em Filosofia x Tradição  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/294/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=294&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ajude São Luis do Paraitinga</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 17:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[são luis do paraitinga]]></category>

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		<description><![CDATA[Repasso abaixo mensagem de uma amiga e ex-vizinha que está recolhendo ajuda para o pessoal de São Luís do Paraitinga: Pessoal, Estamos profundamente abalados com a situação da nossa querida São Luis do Paraitinga que tanto nos ofereceu em cultura, hospitalidade, diversão e alegrias, nesse momento meu tio Paulo Baroni, um dos músicos da cidade, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=285&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,inundacao-destroi-predios-historicos-em-sao-luis-do-paraitinga,489711,0.htm"><img class="alignleft" style="margin:5px 15px;" title="Centro histórico de São Luís do Paraitinga. Foto: Sergio Neves/AE" src="http://www.estadao.com.br/fotos/para4.jpg" alt="Centro histórico de São Luís do Paraitinga. Foto: Sergio Neves/AE" width="381" height="254" /></a></p>
<p style="padding-left:60px;">Repasso abaixo mensagem de uma amiga e ex-vizinha que está recolhendo ajuda para o pessoal de São Luís do Paraitinga:</p>
<p style="padding-left:30px;">Pessoal,</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;">Estamos profundamente abalados com a situação da nossa querida São Luis do Paraitinga que tanto nos ofereceu em cultura, hospitalidade, diversão e alegrias, nesse momento meu tio Paulo Baroni, um dos músicos da cidade, assim como TODOS os nossos amigos de lá estão desabrigados, o nível do rio subiu mais de 10 metros!!!  Tivemos a benção de conseguir resgatar o Baroni mas a Defesa Cívil contabiliza 4.000 pessoas desabrigadas encaminhadas para abrigos públicos e 5.000 desalojados que aguardam a água baixar em casas de amigos ou parentes. Eles estão sem luz, água, telefone e a Defesa Cívil estima que a luz somente poderá ser reestabelecida daqui uns 15 dias.  Pedimos a colaboração de todos vcs e de quem voces puderem repassar esse PEDIDO DE SOCORRO para nossos amigos que nesse momento precisam de:  Água, leite em pó, alimentos não perecíveis, fraldas descartáveis infantis e geriátricas, absorventes, remédios, velas, fósforos, lanternas, pilhas, combustível em galões de 20 litros, visto que o acesso a cidade está sendo feito por trilhas e botes.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;">Agradecemos e contamos com a colaboração de todos!</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;">Nosso endereço é:  Rua Baroré, 283 casa 1,2 ou 4 &#8211; Casa Verde/SP</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;">Fones: 8171-2088 ou 38583575 (Lisandra) 9973-5753 (Kleber) 7026-5196 (Lu)</p>
<br />Publicado em Noticias Tagged: ajuda, Noticias, são luis do paraitinga <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/285/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/285/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/285/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/285/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/285/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/285/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/285/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/285/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/285/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/285/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/285/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/285/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/285/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/285/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=285&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Yom Kipur e Dibuk</title>
		<link>http://anjosdeorion.wordpress.com/2009/09/29/yom-kipur-e-dibuk/</link>
		<comments>http://anjosdeorion.wordpress.com/2009/09/29/yom-kipur-e-dibuk/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 15:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cabala]]></category>
		<category><![CDATA[judaísmo]]></category>
		<category><![CDATA[yom kipur]]></category>

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		<description><![CDATA[Postado originalmente em 28-9-09 em http://br.groups.yahoo.com/group/voadores/message/93074 O Yom kippur é considerado dentre as festas o dia mais sagrado pelos judeus. A festividade é comemorada com jejuns e orações, afinal este momento é o momento do julgamento (O Yom kippur pode ser traduzido como dia do perdão ou da expiação ou do julgamento.) Se existe um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=390&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Postado originalmente em 28-9-09 em</p>
<p>http://br.groups.yahoo.com/group/voadores/message/93074</p>
<p>O Yom kippur é considerado dentre as festas o dia mais sagrado pelos<br />
judeus. A festividade é comemorada com jejuns e orações, afinal este<br />
momento é o momento do julgamento (O Yom kippur pode ser traduzido<br />
como dia do perdão ou da expiação ou do julgamento.)</p>
<p>Se existe um D-us lá em cima julgando quem deve ser escrito para o<br />
livro da lida no próximo ano, talvez seja pouco provável, ou difícil<br />
de acreditar, mas a ideai do perdão no judaísmo é interessante.</p>
<p>A tradição diz algo muito difícil de entender, D-us não pode perdoar tudo &#8211; ele só pode perdoar os crimes cometidos contra ele. Precisamos receber o perdão daquele que prejudicamos. Desta forma não nos vemos perdoados tão facilmente, talvez existam pessoas que nunca nos perdoarão, ou que não possam nos perdoar &#8211; ou que não sabemos, pois já deixaram este mundo&#8230;</p>
<p>Não receber o perdão também é uma benção, ela nos ensina sobre nossas<br />
ações. Um D-us bonzinho que concede perdão a tudo, mantém seus fiéis<br />
na infância. Quando não recebemos o perdão nos vemos forçado a buscar<br />
soluções, a lidar com nossa humanidade, nos tornamos adultos<br />
responsáveis por criar a paz (conhecendo nossa liberdade e responsabilidade).</p>
<p>Como diz um filósofo judeu que estou estudando (Levinas), a experiência com nossa ampla liberdade, nos ensina sobre nossa infinita responsabilidade.</p>
<p>Trago um conto que li na biblioteca esta semana (eu deveria estar estudando, rs), só passo o trecho sobre yom kippur (que achei na net).. mas o livro é bem interessante, a começar pelo título. Dibuk significa algo como encosto, é um espírito que por algum motivo não foi descansar e ficou vagando por aqui (alguma semelhança com romances espíritas?), a peça que cito abaixo é deliciosa, drama de<br />
amor com direito a cabalistas&#8230;</p>
<p>bons voos<br />
Lilian Neves Mise</p>
<p>Traduzido de http://jhom.com/calendar/tishrei/dybbuk.html</p>
<p>Autor e pesquisador da tradição folclórica Shalom An-Ski (Salomão<br />
Zainwil Rapaport 1863-1920) trouxe para a literatura iídiche (uma das<br />
línguas adotada pela comunidade judaica) uma profunda demonstração dos valores tradicionais judaicos. Ele organizou uma expedição etnográfica pelas vilas da Volnynia e Podolia (Ucrânia) no período de 1911-1914. O material que ele recolheu inspirou sua famosa peça &#8220;O Dibuk&#8221; (1922). Escrita originalmente tanto em russo quanto em iídiche, posteriormente traduzido para o hebraico por H.N Bialik, &#8220;O Dibuk&#8221; é uma história de desafortunados amantes, espíritos errantes e feitos milagrosos de rabinos.</p>
<p>O trecho que se segue é retirado desta peça, &#8220;O Dibuk&#8221;:</p>
<p>Rabino Azrielke diz: O mundo de D-us é maravilhoso e sagrado. A mais<br />
sagrada terra no mundo é a terra de Israel. Em Israel, a mais sagrada<br />
cidade é Jerusalém. Em Jerusalém o mais sagrado lugar é o Templo, e no Templo o mais sagrado ponto era o Santo dos Santos. (Breve pausa).</p>
<p>Há setenta povos no mundo. O mais sagrado entre estes é o povo de<br />
Israel. O mais sagrado dos povos de Israel é a tribo de Levi. Na tribo de Levi os mais sagrados são os Sacerdotes. Entre os Sacerdotes o mais sagrado é o Sumo Sacerdote. (Breve Pausa)</p>
<p>São 354 os dias do ano. Entre estes os das festas são sagrados. Acima<br />
de todos o mais sagrado é o Sabbath. Entre os Sabbaths, o mais sagrado<br />
é o Dia da Expiação, o Sabbath dos Sabbaths. (Breve Pausa).</p>
<p>São 70 as línguas do mundo. A mais sagrada é o hebraico. O mais<br />
sagrado dentre tudo que há nesta língua é a santa Torah, e na Torah a<br />
mais sagrada parte são os Dez mandamentos. Nos Dez mandamentos a mais<br />
sagrada de todas as palavras é o Nome de D-us. (Breve Pausa)</p>
<p>E uma vez no ano, em uma determinada hora, estas quatro supremas<br />
santidades do mundo se encontram reunidas. É o Dia da Expiação (ou Dia<br />
do Perdão), quando o Sumo Sacerdote deve entrar no Santo dos Santos e<br />
lá pronunciar o Nome de D-us. E por nesta hora estar além de qualquer<br />
medida, sagrada ou temível, eis que era o momento de maior perigo não<br />
apenas para o sumo sacerdote, mas para todo o Israel. Se nesta hora<br />
ocorrer, D-us não permita, que adentrasse na mente do Sumo Sacerdote o menor pensamento falso ou pecaminoso , o mundo inteiro poderia ser<br />
destruído. (intervalo).</p>
<p>Todo ponto onde um homem eleva seus olhos para os céus é um Santo dos<br />
Santos. Cada homem, tendo sido criado por D-us a sua imagem e semelhança, é um Sumo Sacerdote. Cada dia da vida de um homem é o Dia<br />
do Perdão, e cada palavra que o homem pronuncia com sinceridade é o<br />
Nome de D-us. Assim cada pecado e cada erro que o homem comete (contra outro homem) traz a destruição do mundo.</p>
<p>Obs: &#8220;O Dibuk&#8221; encontra-se traduzido pela editora perspectiva.</p>
<p>http://www.editoraperspectiva.com.br/livro.php?cod=190</p>
<br />Publicado em Espiritualidade Tagged: Cabala, judaísmo, yom kipur <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/390/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=390&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Simone Weil</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 17:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Coisas fazem o papel de homens, homens o papel de coisas. Aí jaz a raiz do mal&#8221; Simone Weil Publicado em Z&#34;aspas<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=254&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Coisas fazem o papel de homens, homens o papel de coisas. Aí jaz a raiz do mal&#8221; Simone Weil</p>
<br />Publicado em Z&quot;aspas  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/254/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=254&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pirkei Avot</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 16:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se eu não responder por mim, quem resonderá por mim? Mas se eu responder somente por mim, sou eu ainda eu? (Pirkei Avot ou Ética dos pais) Publicado em Z&#34;aspas<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=249&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Se eu não responder por mim, quem resonderá por mim?<br />
Mas se eu responder somente por mim, sou eu ainda eu? (Pirkei Avot ou Ética dos pais)</p></blockquote>
<br />Publicado em Z&quot;aspas  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/249/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=249&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aprendendo línguas&#8230;</title>
		<link>http://anjosdeorion.wordpress.com/2009/07/18/aprendendo-linguas/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 17:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Z"dicas de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem quer conhecer outras línguas.. Várias linguas https://www.livemocha.com/ www.bbc.co.uk/languages/ Francês: French verb conjulgator http://french.about.com/library/verb/bl-verbconjugator.htm http://www.dw-world.de/dw/0,,623,00.html?id=623 &#160; Hebraico Conjugador de Verbo http://www.hebrew-verbs.co.il/ Publicado em Z&#34;dicas de sites<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=195&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem quer conhecer outras línguas..</p>
<p>Várias linguas</p>
<p>https://www.livemocha.com/</p>
<p>www.bbc.co.uk/languages/</p>
<p>Francês:</p>
<p>French verb conjulgator</p>
<p>http://french.about.com/library/verb/bl-verbconjugator.htm</p>
<p>http://www.dw-world.de/dw/0,,623,00.html?id=623</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hebraico</p>
<p>Conjugador de Verbo</p>
<p><a href="http://www.hebrew-verbs.co.il/">http://www.hebrew-verbs.co.il/</a></p>
<br />Publicado em Z&quot;dicas de sites  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/195/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=195&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Aberlado e os Universais</title>
		<link>http://anjosdeorion.wordpress.com/2009/07/10/aberlado-e-os-universais/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 05:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lilian NM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia x Tradição]]></category>
		<category><![CDATA[Aberlado]]></category>
		<category><![CDATA[Medieval]]></category>
		<category><![CDATA[Universais]]></category>

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		<description><![CDATA[[obs: texto elaborado para a disciplina de filosofia medieval no 2ºsemestre] Aberlado em seu estudo lógico irá se debruçar sobre a questão dos universais, contrapondo e refletindo as informações que recebe de Platão e Aristóteles através de Boécio, e também as informações de Porfírio que escreve a Isagoge, além de seus mestre Roscelino (argumento nominalista) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=192&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[obs: texto elaborado para a disciplina de filosofia medieval no 2ºsemestre]</p>
<p><!--Por que a teoria dos universais é tão importante filosoficamente? Os universais existem? Onde? São feitos ou entendidos pelos homens? A teoria dos universais se contrapõe a quais teorias? Isagoge de Porfírio Implicações teológicas da lógica de Aberlado. --></p>
<p>Aberlado em seu estudo lógico irá se debruçar sobre a questão dos universais, contrapondo e refletindo as informações que recebe de Platão e Aristóteles através de Boécio, e também as informações de Porfírio que escreve a Isagoge, além de seus mestre Roscelino (argumento nominalista) e Guilherme (argumento ontológico).</p>
<p>Para Aberlado a filosofia não pode se abster de refletir sobre a natureza dos universais, se existem ou não, pois é ao universal que o filósofo elabora suas proposições quando estuda os homens ou quando classifica as espécies. Por exemplo quando falamos homens podemos dividi-los nos grupos de gregos e romanos. O que significa fazer isso?</p>
<p>Pensar de onde surge este conceito de universal possibilita pensar suas implicações e conseqüências – e as questões éticas que ela traz. E é isto que Aberlado irá fazer em sua “Lógica para principiantes”.</p>
<p>Para iniciar esta investigação Aberlado propõe uma definição inicial do universal como sendo “o que predicam muitos”, gênero é o predicado de todos diferentes e espécie é o predicado de cada individual. Em sua definição ele percebe uma primeira coisa importante, o universal equivale a um predicado, ou seja, é uma palavra. Mas o que é uma palavra?</p>
<p>Então ele consulta o significado dos universais em Platão e Aristóteles. Em Platão ele nota que o universal não se limita ao sensível, enquanto para Aristóteles os universais parece habitar o sensível. Assim ele nota que parece haver uma discordância  entre Platão e Aristóteles, além disso Aristóteles parece contradizer a si mesmo – pois sendo o universal  uma palavra como ela pode habitar as coisas?</p>
<p>Aberlado prossegue suas investigações procurando desfazer estas contradições. Então ele se coloca outra questão que é “Se o universal pode ser  inteligível se não proceder de algo referido/subordinado no mundo?” questão essa que aparece na questão clássica “Se não existisse mais nenhuma rosa, a palavra rosa teria significado?”</p>
<p>Para responder a esta questão primeiramente ele irá se dirigir a Porfírio, modificando as questões inicialmente propostas por este, que o universal é a essência das coisas singulares, pois se assim fosse se cairia em absurdidades tais como duas espécies do mesmo gênero compartilham a mesma essência.  Tal absurdidade poderia ser expressa da seguinte forma “Sócrates é um asno”, já  que ambos – tanto Sócrates quanto o asno estariam compartilhando a mesma essência que é ser animal. Para Aberlado aqui ocorre uma confusão, ele observa que o universal é anterior aos  indivíduos, as espécies (coleções) são formados a partir de indivíduos, pois só desta forma é possível haver distinção entre indivíduo espécie.</p>
<p>Então ele se volta para sua definição de universal como “predicado de muitos” e passa a refletir sobre a linguagem, pois  é nela que se encontram os predicados, teremos a partir o que é chamado de “virada lingüística na filosofia medieval”.</p>
<p>Aberlado reflete que é próprio das palavras o significa ou revelar, e das coisas serem significadas. Significar é então referir-se a algo e gerar uma intelecção. Ele também distingue a palavra enquanto apenas uma construção (som), e a palavra significativa. Desta forma a sentença “cadeiras voadoras azul”, seriam apenas sons, palavras desprovidas de sentido, enquanto a expressão “a cadeira é azul” contém palavras significativas apontando para uma realidade.</p>
<p>Mas como surge a significação? Ela é produzida pelo homem, ou apenas compreendida? Então Aberlado descreve a intelecção como um processo constituído das seguintes etapas:</p>
<p>Isolar – é retirar as sensações daquilo que foi capitado pelos sentidos.</p>
<p>Despir – retirar os acidentes e formas daquilo que foi isolado</p>
<p>Purificar – diferenciar o que foi despido</p>
<p>Assim o caminho para chegar ao universal envolve tanto a coisa (a imagem/phantasmata da coisa) , quanto um trabalho de interioridade, é ao mesmo tempo uma produção humana e uma recepção da coisa. Assim Aberlado conclui que existem dois universais, e que estes estão relacionados – o que percebemos e que habita nossa mente, e um que parece vir das coisas. Para explicar este universal que vem das coisas – e que não pode ser, como vimos anteriormente uma essência das coisas – Aberlado introduz uma teologia  e diz que o universal que recebemos das coisas está na mente de Deus. Se o homem estivesse purificado veria o universal tal como Deus vê. O pecado é no homem a ausência de inteligência que cinde a visão do verdadeiro universal em dois (a dos homens e a das coisas).</p>
<p>Assim ele não apenas responde plenamente a  Porfírio afirmando a existência dos universais e negando sua corporeidade, e ainda introduz uma teologia  que propõe como a palavra indica, uma subida a Deus pela lógica.</p>
<p>Ele também resolve a aparente contradição entre Platão e Aristóteles dizendo que o primeiro se referia a mente de Deus e o segundo a mente dos homens.</p>
<p>Referência</p>
<p>[obs: texto elaborado para a disciplina de filosofia medieval no 2ºsemestre]</p>
<br />Publicado em Filosofia x Tradição Tagged: Aberlado, Medieval, Universais <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/anjosdeorion.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/anjosdeorion.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/anjosdeorion.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/anjosdeorion.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/anjosdeorion.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/anjosdeorion.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/anjosdeorion.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/anjosdeorion.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/anjosdeorion.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/anjosdeorion.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/anjosdeorion.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/anjosdeorion.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/anjosdeorion.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/anjosdeorion.wordpress.com/192/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=anjosdeorion.wordpress.com&amp;blog=5307371&amp;post=192&amp;subd=anjosdeorion&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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